Aula 03 de 06 · Black Friday para mentorias e high ticket

Como fazer da Black Friday o maior faturamento do ano

Aula de Jonas Kaz: esteira de produtos, Black só para público quente, oferta sem baixar o ticket, empilhamento de bônus, aula ao vivo e o pitch de renovação.

Jonas Kaz
Jonas KazMentor de mentores, à frente de uma empresa de mentorias
Vídeo de 39 minLeitura de 21 minNo ar desde 13/10
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Nesta aula

O que você vai aprender

  • Como a esteira de produtos e vários canais de aquisição preparam a base para a Black
  • Por que rodar a Black só para público quente, e o fluxo completo do anúncio à sessão de fechamento
  • Como montar a oferta da Black sem baixar o ticket médio: combo, o dobro pela metade e cashback
  • Como empilhar bônus por ordem de decisão e conduzir a aula ao vivo de revelação de oferta
  • O pitch de renovação da Black in collab, peça por peça, e onde está o lucro dele
A aula em texto14 partes

Na Black Friday, quem já tem relacionamento com a base sai na frente. Esta aula é do Jonas Kaz, mentor de mentores, que segundo ele fatura em média de R$ 2 a 3 milhões por mês exclusivamente com mentorias. No Greenn Scale Black Edition, ele abriu a estrutura que sustenta esse negócio e, principalmente, o passo a passo da Black Friday dele: o fluxo, a oferta, a aula ao vivo e o pitch de renovação que já foi rodado e validado com os mentorados.

Você vai aprender três coisas. Primeiro, a estrutura: a esteira de produtos e os canais que enchem a base de gente quente antes de novembro. Segundo, a estratégia de Black: para quem vender, quando abrir, como montar a oferta sem derrubar o ticket médio e como conduzir a aula ao vivo. Terceiro, um exemplo real e completo: o pitch de renovação que ele chama de Black in collab, com cada bônus, cada preço e a lógica de onde está o lucro.

É uma aula pensada para quem vende mentoria, curso e produto de ticket médio a alto. Mas a lógica (público quente, oferta empilhada, decisão acelerada) serve para qualquer produtor que quer fazer da Black o maior mês do ano.

A base de tudo: a esteira de produtos

O Jonas começa pelo produto. Na empresa dele, a esteira tem quatro degraus bem definidos: low ticket, mid ticket, high ticket e ultra ticket. Cada cliente sabe onde está e qual é o próximo passo.

Ele aprendeu isso antes do digital, nos anos em que trabalhou na indústria farmacêutica, em 15 países. A lição que trouxe de lá: no primeiro dia em que o cliente compra, você já tem que educá-lo sobre o próximo produto que vai vender para ele.

Ele conta uma cena que viveu na China. Tinha acabado de comprar uma joia, e a vendedora perguntou se ele não queria conhecer o outro produto. Aquele outro produto existia para dar ancoragem: mostrar que havia um degrau acima.

O teu cliente nunca pode estar com aquela sensação de "eu comprei o melhor produto, eu comprei o produto mais caro".

Jonas Kaz

Como isso aparece na prática. Na operação do Jonas, 100% das pessoas recebem, no primeiro dia, uma oferta para subir na esteira. Não importa o produto que compraram. Como ele diz: vai que a pessoa quer fazer um Pix mais caro, vai que ela quer subir.

Na esteira dele, as mentorias têm três níveis: uma de R$ 20 mil, uma de R$ 60 mil e uma de R$ 150 mil. Guarde esses números, porque eles explicam o pitch de renovação mais adiante.

Os canais que enchem a base antes da Black

O segundo pilar é o que o Jonas chama de sistema de aquisição com múltiplos canais. A ideia: vários canais diferentes, um único sistema comercial, e um resultado previsível. E todos eles têm o mesmo papel na Black, que é encher a base de gente quente.

Tudo isso gera lead para a Black Friday.

Jonas Kaz

Produtos físicos para ancoragem

Livro, perfume e camiseta. O Jonas não tem nenhum objetivo de ganhar dinheiro com eles. Servem para gerar ancoragem e presença, principalmente o perfume, que as pessoas usam todos os dias.

Indicação em três momentos

Ele pede indicação no primeiro dia da compra, roda uma campanha de indicação no primeiro mês e volta a pedir no processo de renovação. Há alunos que renovam sem pagar do bolso, porque acumulam vouchers por indicação.

Palestras como captação

Ele ainda vende palestras e cobra barato por elas, porque são um funil de captação de leads muito forte. O objetivo da palestra não é ganhar dinheiro com ela, e sim capturar leads e parcerias.

Collab para furar a bolha

O Jonas faz collab nas redes sociais com todo mundo, independentemente do número de seguidores. Com 500 mil seguidores, ele faz collab com quem tem 10 mil ou 300. O motivo é um só: a collab fura a bolha e coloca você na frente de uma audiência nova.

Podcasts

Ele roda em média 10 podcasts por mês e vê o podcast como uma alternativa ao tráfego pago: em vez de comprar só tráfego, compra participação em podcast. A matemática dele é de média. De cada 10 podcasts, digamos que 3 dão bom e 7 não dão. Você soma a captação, divide pelo custo, e o resultado fecha. Não dá para saber antes qual vai dar certo, e leva tempo para aprender a ler a audiência de cada programa. Alguns podcasts dão autoridade, outros dão conversão.

Social selling

Este é o canal que o Jonas mais pede para a plateia anotar. Para ele, hoje é o funil mais barato do mercado. A estrutura: pessoas dedicadas (ele cita estagiárias com salário de R$ 800, em turnos de 6 horas) rodando social selling de manhã, de tarde e de noite. Ele opera esse funil com quatro pessoas no Instagram, e a meta delas é, em média, R$ 500 mil por mês.

O objetivo do social selling é tirar a pessoa do Instagram, levar para o WhatsApp e transformar a conversa numa sessão de diagnóstico. Ele organiza a qualificação dos leads num kanban dentro do CRM da própria Meta: o lead "finalizado" é o que já foi levado para o WhatsApp e virou sessão agendada.

R$ 500 mil

Meta mensal média do time de social selling do Jonas, operado por quatro pessoas no Instagram.

Sessão de diagnóstico

As sessões de diagnóstico, alimentadas pelos outros canais, fecham em média de R$ 1 milhão a R$ 1,2 milhão por mês na operação dele.

Eventos presenciais

O Jonas diz que talvez ninguém rode mais eventos que ele no Brasil: foram 21 até o momento da palestra, uma média de dois por mês, com 200 a 300 pessoas em cada um, gerando conversão.

Funil de e-book e low ticket

O funil de e-book da operação soma R$ 2,5 milhões. O e-book começa em R$ 19,90 e o preço vai subindo. Ele aceita rodar o e-book no negativo, porque o que paga a conta é o que vem depois: quem compra o e-book cai no processo comercial, com convite para a sessão já no primeiro dia e de novo ao longo dos primeiros 7 dias.

Pace e forecast: a gestão comercial do dia

Uma ideia que, nas palavras do Jonas, mudou a vida dele: o pace comercial. É como o pace da corrida. Para cada dia, ele sabe onde o faturamento deveria estar (a linha pontilhada) e onde ele de fato está.

Com isso, todo dia ele sabe se precisa descer para o "chão de fábrica" e trabalhar junto com o time, ou se pode seguir sem ficar analisando. E ele confere o pace em todos os setores.

Depois do pace, ele olha o forecast de vendas: o que tem para entrar, o que não tem, o que está em negociação. E acompanha um conjunto de comparativos: receita, receita contra retenção, este ano contra o ano passado, além do calendário, do marketing, dos eventos, do downsell, da renovação, das indicações, dos lançamentos e do low ticket.

Um time para cada ticket

Outro aprendizado de gestão: tem vendedor que só sabe vender caro e tem vendedor que só sabe vender barato. Dá para tentar desenvolver um vendedor no outro tipo de venda, mas dá muito mais trabalho.

A solução do Jonas é ter um time para cada movimento. Quem gosta de vender barato vende o ticket baixo. Quem gosta de vender caro vende o high ticket. A taxa de conversão fica muito mais fácil.

Por que ele faz o que faz

No meio da aula, o Jonas conta a própria história. Antes do digital, era executivo da indústria farmacêutica, em empresas gigantes e num mercado muito competitivo. Quando chegou ao digital, achou o jogo mais simples do que a indústria, desde que levado a sério.

Com nove meses de digital, ainda como microempreendedor individual e com dois estagiários, ele alugou o Allianz Parque para um evento. Pensou no pior cenário (podia quebrar) e no melhor (se desse certo, faria história). E fez.

A frase que guia o negócio dele veio de uma experiência como voluntário na África, que foi o maior pico de felicidade com o menor nível de dinheiro da vida dele. Para não sentir que dinheiro e propósito brigavam, ele colocou uma frase na cabeça. A renda da portaria daquele evento foi doada para a África, e nos anos seguintes as doações passaram de R$ 1 milhão.

Quanto mais dinheiro eu fizer, mais pessoas eu vou ajudar.

Jonas Kaz

A Black do Jonas: externa e interna, sempre para público quente

Agora, a estratégia de Black. O Jonas opera a Black de duas formas: externa (para quem já circulou pelo ecossistema dele) e interna (para os próprios alunos, na renovação). E uma regra vale para as duas.

Eu não rodo Black Friday para público frio. Eu só rodo Black Friday para público quente.

Jonas Kaz

O motivo: com público frio, você precisaria gerar consciência antes de vender. Na Black, ele já dispara avisando que a aula é uma oferta. Quem é público quente para ele: alunos de qualquer produto (low ticket, ingresso, eventos), quem já passou por lançamentos ou por sessão e quem já recebeu uma oferta antes. Para essas pessoas, a Black é o melhor momento de comprar por um valor menor.

O fluxo completo da Black

O Jonas chama o próprio fluxo de "feijão com arroz bem feito, sem inventar nada". As etapas:

  1. Criativo direto e mensagens empilhadas. Anúncio direto e uma sequência de mensagens nos grupos de WhatsApp, para alunos internos, externos, quem passou por evento, quem foi capturado, todo mundo que circulou pelo ano dele.
  2. Página. Leva essa base para uma página, para aumentar o nível de consciência sobre a oferta.
  3. Página de obrigado e grupo de WhatsApp. Quem se inscreve cai no grupo.
  4. Aula ao vivo. Não é uma aula de conteúdo: é uma aula de revelação de oferta. É Black, é público quente.
  5. Formulário de aplicação. Da aula, as pessoas vão para o formulário.
  6. Sessão de fechamento. Do formulário, para o processo comercial.

Ele mostra que o fluxo também pode rodar sem a página, dependendo da base.

Por que levar para uma sessão de fechamento

Para o Jonas, dependendo do ticket, 100% das pessoas que entram na Black podem ir para uma sessão. Mas não é uma sessão de diagnóstico, que serve para gerar consciência. É uma sessão de fechamento.

O motivo é o recebível saudável. Na conversa um a um, ele consegue conduzir mais vendas em Pix e cartão de crédito, que ele considera recebíveis saudáveis, e menos em boleto e outras formas que considera arriscadas.

Antecipe a Black

O Jonas sugere que todo mundo antecipe a Black, em vez de rodar no fim de novembro junto com os grandes varejistas. Um dos motivos que ele dá é o tráfego pago: quando a propaganda eleitoral para, a competição nos anúncios cai, e abre uma janela antes do pico do varejo.

Na antecipação, ele sempre dá um "tiro de alerta" para aquecer a base antes da captação. E a partir daí segue um cronograma, trazendo novidades ao longo da campanha: novas aulas, novos desafios, ferramentas novas, combo de produtos, desconto, mais tempo de acesso ou acesso vitalício.

A narrativa da Black, para ele, tem dois ingredientes: uma oferta muito boa e sensação de exclusividade. E um detalhe que ele repete:

Copy extremamente simples. Não inventa na copy.

Jonas Kaz

Como montar a oferta sem baixar o ticket médio

Aqui está o cuidado central da oferta do Jonas: não baixar o ticket médio. Se o ticket médio cai, o negócio sente. Ele usa três mecanismos.

1. O combo com nome novo

Em vez de dar desconto no produto principal, ele pega um produto, mistura com vários outros e cria um combo com outro nome, para não "queimar" o produto. Se a sua mentoria se chama Mentoria Avançada, você cria o Combo da Mentoria Avançada. Assim você sobe a percepção de valor do combo e vende pelo mesmo preço, sem precisar dar desconto na mentoria.

Ele brinca que, no fim, é a "metade do dobro": você sobe o valor percebido para vender pela metade do mesmo preço.

2. O dobro de acesso pela metade do preço

Para alunos, na renovação, ele dá desconto. O formato: se a mentoria custa R$ 20 mil por um ano, na Black ele oferece o dobro de acesso pela metade do preço. De R$ 20 mil, sai por R$ 10 mil.

3. Cashback para subir na esteira

O terceiro mecanismo é o cashback: tudo o que o aluno investir na Black vira desconto no produto acima, com prazo máximo de uso de um ano. O Jonas sugere usar isso com alunos internos, porque muda a narrativa da renovação.

Exemplo: o aluno está na mentoria de R$ 20 mil e vai renovar por R$ 10 mil. A conversa deixa de ser "você está renovando" e passa a ser "você vai ficar nesta mentoria até subir para a próxima, e quando subir, esses R$ 10 mil viram desconto". A renovação vira o primeiro passo da subida.

Produto, bônus e ancoragem

Por fim, três regras para a oferta: os produtos devem casar com a dor de quem compra, você deve adicionar bônus, e deve ancorar o valor (mostrar quanto tudo aquilo vale) antes de revelar o preço.

Empilhamento de bônus por ordem de decisão

No grupo de WhatsApp da aula, o Jonas faz o empilhamento de bônus por ordem de decisão: um bônus para o primeiro, outro para os três ou cinco primeiros, outro para os dez primeiros.

O objetivo é acelerar a decisão. Se a próxima etapa é uma sessão, a pessoa precisa agendar o quanto antes, e o bônus por ordem antecipa muito esse movimento. Se você revela a oferta já com o link do checkout, esse empilhamento gera, nas palavras dele, uma pressão muito boa no processo.

O roteiro da aula ao vivo da Black

A aula ao vivo da Black é diferente das aulas normais do Jonas. Ela segue um roteiro:

  1. Abertura.
  2. Filtro: para quem é e para quem não é. Ele descreve o perfil para quem a oferta é, e depois o oposto. A ideia é a pessoa pensar: "essa aula é para mim". O exemplo que ele usou no palco: estar na Greenn é para quem quer o melhor checkout, a melhor taxa de conversão e o melhor relacionamento. Não é para quem não gosta de checkout rápido nem de ter o cartão aprovado. A pessoa ouve e pensa: "eu não sou esse segundo, eu sou o primeiro".
  3. Credibilidade, prova social e consistência.
  4. Gatilho de urgência.
  5. Foco nas entregas.
  6. Quebra de objeção.

Sem pressa depois de abrir o carrinho

O Jonas dá cerca de uma hora e meia de aula, abre o carrinho da Black e fica pelo menos mais uma hora quebrando objeção, sem pressa. No Zoom, ele pergunta quem já aplicou, pede para levantar a mão, e depois pergunta quem ainda não aplicou, conversando um por um, até a sala inteira ter aplicado para a mentoria. Às vezes fica duas, três horas.

Ele prefere o Zoom para essa aula, quando o tamanho da audiência permite, porque as pessoas abrem mais a câmera, a plataforma é estável e passa mais credibilidade.

Pitch ao vivo ou sessão

Para fechar, há dois caminhos: fazer o pitch forte ao vivo e liberar o link de compra no chat, ou levar para a sessão. A regra do Jonas é honesta: quem é bom de pitch ao vivo pode fazer na hora. Quem ainda não é, manda aplicar no formulário e fecha na sessão, com você ou com o seu vendedor.

Quem não é bom de pitch ao vivo sempre leva para a sessão. Não tem problema.

Jonas Kaz

As quatro perguntas do formulário

No fim do formulário de aplicação, o Jonas coloca uma pergunta sobre o investimento com quatro respostas possíveis:

  1. Esse valor eu vou pagar à vista.
  2. Esse valor eu vou pagar parcelado.
  3. Esse valor eu não tenho, mas vou dar um jeito.
  4. Esse valor eu não tenho, e vai prejudicar a minha vida.

As respostas organizam a ordem de contato do time comercial: primeiro quem respondeu a primeira opção, depois a segunda, depois a terceira, e por último a quarta.

O pitch de renovação na prática: a Black in collab

A parte mais detalhada da aula é um pitch real, já rodado e validado: a Black de renovação para os mentorados da mentoria de R$ 20 mil, a de entrada, em que a pessoa sai do zero e monta o próprio processo de mentoria.

Primeiro, a consciência

A aula foi às 19h, exclusiva para os mentorados. O Jonas abriu dizendo: "eu vou te ensinar a fazer a melhor Black da tua vida". E passou uma hora mostrando como se faz uma Black, o que, na prática, mostrou a complexidade de fazer uma Black sozinho. Aumentou o nível de consciência, a necessidade e a visão. Só então entrou no pitch: "agora vocês têm a oportunidade de fazer uma Black comigo".

O empilhamento das entregas normais

Ele começou pelo que a mentoria já entrega:

  • Encontros com o Jonas a cada 15 dias
  • Encontros com um especialista a cada 15 dias
  • Tutor individual
  • Grupo de WhatsApp de networking
  • Um ecossistema de indicação, em que os alunos indicam e compram uns dos outros, o que gera muito pertencimento
  • As "caves digitais": alunos mapeados por geolocalização que se encontram uma vez por semana na região e uma vez por mês presencialmente, com guias
  • Modelos de criativo, página e ferramentas de inteligência artificial
  • Tutorias diárias, de manhã e de tarde
  • Área de membros

A parte especial: 12 meses e a Black in collab

Depois veio o especial. Primeiro, 12 meses de acesso: o aluno fica no ambiente por muito mais tempo. Depois, os bônus da Black in collab, que é o coração da oferta.

A parceria. O Jonas se torna parceiro do mentorado na Black dele. O mentorado pode usar a imagem do Jonas para divulgar e os produtos do Jonas para aumentar o ticket e a conversão da própria oferta. No material de divulgação, o mentorado aparece na frente e o Jonas atrás. Quem fica como autoridade é o mentorado, que tende a vender mais. E o Jonas chega a públicos novos através dos alunos dele.

A lógica responde à dor desse aluno: ele está começando e não tem bônus para colocar numa Black. Com a parceria, passa a ter.

Os bônus para os alunos do mentorado:

  • O treinamento de desbloqueio de termostato financeiro
  • O Viver de Mentoria, o treinamento em que o Jonas ensina a se tornar mentor
  • Dois meses de mentoria com o Jonas para os alunos do mentorado, o que cria audiência cruzada

O kit pronto para rodar a Black:

  • Flyer da collab editável
  • Aula de criação da oferta
  • Checklist da Black perfeita e calendário da Black, com começo, meio e fim
  • Páginas prontas para duplicar e trocar
  • Modelo de criativo de imagem, script de vídeos, stories e carrossel de divulgação
  • Mensagens de social selling e de captação de lead
  • Organização da mentoria do aluno na Greenn, feita em conjunto pelas duas equipes
  • Estrutura do grupo de WhatsApp da Black, com foto, descrição e todas as mensagens para copiar e colar
  • Formulário de aplicação, script de venda e slides do pitch da Black
  • O fluxo completo da Black

O Jonas compara isso a construir uma fábrica junto com cada aluno. E tudo isso é bônus, além do ano normal de renovação da mentoria.

Os bônus por ordem de decisão

Para quem renovasse primeiro, ele empilhou bônus de urgência:

QuemBônus
O primeiro inscritoUma call individual com o Jonas
Os 5 primeirosUm treinamento de fechamento de vendas com a closer da equipe, que ensina o script
Os 10 primeirosUm passeio de lancha com o Jonas
Os 15 primeirosUma imersão do produto acima
Todos que renovaremA gravação do produto acima

Ele conta que o passeio de lancha, que parece o bônus menos "técnico", é o que mais converte. E a imersão do produto acima tem uma função clara: aumentar o nível de consciência e já levar o aluno a experimentar o próximo degrau.

O investimento: ancoragem e oferta

Para revelar o preço, ele faz o empilhamento do investimento. Cada entrega tem um valor de referência (o Viver de Mentoria, por exemplo, é vendido por R$ 3 mil, e na oferta vai para todos os alunos do mentorado). Somando os produtos e a estrutura da Black, o valor ancorado chega a R$ 45.100, considerando um único aluno.

R$ 45.100

Valor empilhado da oferta de renovação, considerando os bônus para um único aluno do mentorado.

A mentoria custa R$ 20 mil normalmente. Na Black de renovação, a oferta foi: o dobro de acesso (12 meses, quando teoricamente o aluno pagaria por 6) mais a Black in collab, pela metade do preço, R$ 10 mil. Nas palavras do Jonas, a probabilidade de renovar é gigante.

Onde está o lucro: a subida para o produto acima

Olhando só a oferta, parece que a conta não fecha. O próprio Jonas brinca que parece uma ONG. A explicação está na esteira.

Na lógica do negócio dele, o aluno não deveria passar um ano inteiro no produto de R$ 20 mil: deveria subir para o de R$ 60 mil, que tem margem maior e onde o aluno fica mais tempo. Quem está renovando ainda não subiu.

Então a Black inteira é desenhada para a subida. A equipe trabalha forte para que o aluno tenha resultado na própria Black. Com esse resultado em mãos, quando a Black termina, ele recebe o pitch do produto de R$ 60 mil, o mastermind. O cashback da renovação vira desconto nessa subida. Na Black, quem dá as aulas são os tutores do mastermind, que o aluno ainda não conhecia. E o time de sucesso do cliente já fala com ele como alguém que é esperado no próximo nível.

A Black inteira é focada no master.

Jonas Kaz

O ciclo fecha onde a aula começou: no primeiro dia, o cliente já enxerga o próximo produto. A Black não é um evento isolado de desconto. É o momento em que a esteira anda.

Resumo da aula

  • A base de uma Black forte é a esteira de produtos: desde o primeiro dia, o cliente enxerga o próximo degrau, e 100% recebem oferta de subir.
  • Vários canais (indicação, palestras, collab, podcasts, social selling, eventos, e-book) enchem a base de público quente antes de novembro.
  • Pace e forecast diários mostram cedo se o mês está no ritmo, e cada ticket tem o seu time de vendas.
  • A Black do Jonas é só para público quente, num fluxo simples: mensagens, página, grupo, aula de revelação de oferta, formulário e sessão de fechamento.
  • Antecipe a Black, dê um tiro de alerta antes da captação e mantenha a copy simples.
  • Proteja o ticket médio com combo de nome novo, o dobro de acesso pela metade e cashback para o produto acima.
  • Empilhe bônus por ordem de decisão e, na aula ao vivo, fique com o carrinho aberto quebrando objeção sem pressa.
  • Na renovação, a Black in collab transforma o mentorado em parceiro, e o lucro vem da subida para o produto acima depois da Black.

Plano de ação para a sua Black

Material da aula

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O resumo visual da aula de Jonas Kaz: os números, o método e o plano de ação, num PDF pra imprimir, riscar e mostrar pro time.

  • Os dados e os exemplos da aula, num infográfico
  • O passo a passo pra aplicar na sua Black
  • Uma página de plano de ação pra preencher

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Dúvidas

Perguntas frequentes

Vale fazer Black Friday para público frio?

Na estratégia do Jonas, não. Ele roda a Black só para público quente (alunos, quem passou por eventos, quem já recebeu oferta), porque com público frio seria preciso gerar consciência antes de vender.

Como dar desconto na Black sem baixar o ticket médio?

O Jonas cria um combo com nome novo em vez de dar desconto no produto principal, oferece o dobro de acesso pela metade do preço e usa cashback: o que o aluno investe vira desconto no produto acima, com prazo de um ano.

O que é empilhamento de bônus por ordem de decisão?

É dar bônus diferentes para o primeiro comprador, para os primeiros cinco, dez ou quinze, e para todos. Isso acelera a decisão e faz quem vai para a sessão agendar o quanto antes.

Como é a aula ao vivo de Black Friday do Jonas?

Não é uma aula de conteúdo comum: é uma aula de revelação de oferta. Ele faz abertura, filtro de para quem é e para quem não é, credibilidade e prova social, urgência, foco nas entregas e quebra de objeção, e fica com o carrinho aberto o tempo que for preciso.

O que é a Black in collab?

É a oferta em que o Jonas se torna parceiro dos mentorados na Black deles: empresta a imagem, entrega bônus para os alunos deles e um kit pronto com páginas, criativos e mensagens. O mentorado aparece na frente como autoridade, e os dois alcançam públicos novos.

O que é pace comercial?

É o ritmo de vendas esperado para cada dia, como o pace da corrida. O Jonas compara todo dia onde deveria estar com onde está, em cada setor, para saber se precisa descer para a operação ou não.

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